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BILLBOARD : O desafio e aposta no comeback de Janet

O novo projeto de Janet Jackson parece planejado do início ao fim. Os dias de hoje, porém, são muito diferentes de quando ela estava em seu ápice. Um artigo novo da Billboard comenta os desafios, os planos e os resultados recentes em sua carreira.

Discriminação com os mais velhos? Dificilmente. Com os ingressos da turnê vendendo fortemente e o novo álbum dando o que falar, a artista de 49 anos escapa da regra.

O tempo pode ser cruel com as estrelas pop perto dos 50 anos. Não importa o quão pouco seu talento diminua, sob as luzes do palco, os críticos alegremente contam as rugas e procuram desafinos de uma forma que raramente acontece com homens. A Janet Jackson, com 49, pode escapar da síndrome?

Ela começou bem. Seu novo single, ‘No Sleeep’, subiu para o 5º lugar em sua segunda semana na parada de rádio Adult R&B da Billboard – seu primeiro Top 5 hit nesse chart em 11 anos – e a música vai fazer ainda mais barulho com a versão do álbum, com o rapper quentíssimo J. Cole, que estreou na rádio em 23 de julho. Mas, acima de tudo, os 65 shows de sua turnê Unbreakable estão vendendo rapidamente. De acordo com a promotora Live Nation, 88% dos bilhetes da primeira etapa (31 de agosto a 15 de novembro) foram vendidos duas semanas depois de ir à venda; quase 80% dos bilhetes para a segunda etapa (12 de janeiro a 9 de março) foram embora em dois dias.

Após um período morno, parece que o mundo quer Janet Jackson de volta. Mesmo assim, pelos padrões de diva, a volta de Janet teve um perfil relativamente discreto até agora. Por quê? “Acho que há um desespero com as divas mais velhas,” diz Jon Cohen, vice-presidente executivo de gravações musicais da BMG. “Elas têm que detonar. No caso da Janet, se ela não lançar um sucesso estrondoso logo de cara, as pessoas pensam não é um sucesso, mas não é o caso. Isto foi completamente calculado.”

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De fato, as primeiras discussões sobre “vários projetos da Janet ocorrendo simultaneamente” vinham desde 2010, no mínimo, de acordo com uma fonte que estava trabalhando com Jackson no momento. Naquela época, ela era assessorada por Kenneth Crear e parecia que o álbum novo estava iminente, e ela tinha acumulado “tanta simpatia” ao longo dos anos que “você só tinha que mencionar o nome dela, não precisava nem ser nada sério, e as pessoas ficavam doidas.”




Mas então, após uma a turnê Number Ones de 2011, Jackson desapareceu de verdade, casou-se com o bilionário do Catar Wissam Al Mana em 2012 e guardou esses planos na gaveta pelo que pareceu uma eternidade, para os fãs. E aí a Kathy Ireland entra na jogada. A empresária/modelo se interessou na carreira de Jackson através de Sterling/Winters, empresa que toma conta da carreira de Jackson, que pertence à Kathy Ireland Worldwide e é chefiada pelo Presidente/Diretor de Operações Stephen Roseberry. Quem compartilha a gestão é Jaime Mendoza e Jessica Davenport da JDJ Entertainment, que, em grupo, negociaram com a BMG para fechar um contrato de gravação para Jackson (em torno de, no mínimo, 500 mil dólares, de acordo com uma fonte segura), junto com um orçamento considerável para marketing.

A BMG, que está fornecendo o marketing e a divulgação enquanto a cantora retém os direitos autorais das gravações, recusa-se a revelar detalhes específicos sobre o contrato de licenciamento de Jackson, mas uma fonte familiarizada com os contratos da empresa diz que a BMG tende a favorecer os “contratos de pouco tempo e pouco dinheiro”. No caso de Jackson: nenhum pagamento adiantado mas um atraente retorno (uma divisão dos lucros ao meio: 50% para ela).

O investimento levou a cantora pelos últimos sete meses produzindo 24 horas por dia, com seus colaboradores de longa data Jimmy Jam e Terry Lewis, para um álbum que está previsto para sair no fim de Setembro.

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Cohen continua: “o projeto precisa de um certo nível de dinheiro para protegê-lo. Janet e seu time são extremamente conscientes de que estamos em 2015 – todo mundo é realista sobre que significa vender álbuns e streaming nesta época. Janet foi muito justa em relação ao negócio.”

É sobre a visão de longo prazo, diz o ex-presidente da Virgin, Phil Quartararo, que está envolvido na direção atual da carreira de Jackson, sendo um membro da sua “equipe estendida”, e isso significa tudo para um artista fora do curral “pop”. Jackson, ele diz, “tem tido uma carreira muito vasta na música, TV e cinema; Ela não é uma estrela pop qualquer. Nós vamos trabalhar neste projeto por um longo tempo. Não é algo que vai vir e ir embora.”

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