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UNBREAKABLE – Melhores de 2015

2015 está chegando ao fim. Foi um ano longo e cheio de reviravoltas no mundo todo, mas nessa época costumamos deixar os problemas de lado e celebrar as coisas boas. Agradecer e pensar positivo sobre o ano que vai chegar. Após 7 longos anos, Janet Jackson nos presenteou com um novo álbum de inéditas. O Unbreakable fala sobre amor, gratidão e cura. Nos faz refletir sobre o próximo e sobre nós mesmos. Considerado seu melhor trabalho desde The Velvet Rope (1997), Unbreakable não poderia ficar de fora de indicações a prêmios e listas de ‘Melhores do Ano’. Confira abaixo os principais artigos que celebram o mais recente projeto de Janet Jackson.

LA Times – 2015’s must-hear albums

Janet Jackson, “Unbreakable” (Rhythm Nation): Com seu álbum de retorno, Jackson conectou seu passado inovador com um presente que continua muito influenciado por ele. “Unbreakable”, seu primeiro álbum em sete anos, levou a fusão do R&B, funk, disco e rock – sempre presentes em sua discografia – a um nível mais maduro, sem se prender nas tendências do pop atual.

RollingStone – 20 Best R&B Albums of 2015

O retorno de Janet Jackson foi uma das melhores coisas da música em 2015. Unbreakable soa novo e sensual, uma declaração do futuro de uma das figuras mais importantes do pop no Século 20. De certa forma, os triunfos de Unbreakable foram inevitáveis: Nipplegate foi, felizmente, deixado para trás no retrovisor da cultura pop, e Janet se reencontrou com os colaboradores de sua ‘era de ouro’, Jimmy Jam & Terry Lewis. Mas em vez de simplesmente requentar os suspiros e batidas crescentes de seus maiores sucessos, Jackson aplicou todo seu conhecimento do que faz uma grande canção e, mais importante, do que se faz uma canção viciante. Faixas expansivas e quentes, mesmo quando falam de assuntos mais sérios (“Shoulda Known Better”) ou questionam seu lugar no mundo (“Take Me Away”), soam vivas. O encerramento triunfal, “Gon ‘B Alright”, conclui o álbum com aquela sensação de alegria, de que você pode dançar não importando os desafios ou barreias que a vida traga em sua direção.

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Entertainment Weekly – The 40 Best Albums of 2015

Depois de lançar o inexpressivo Discipline em 2008, concebido por produtores como Tricky Stewart, Ne-Yo e Jermaine Dupri, Janet voltou para suas raízes ao lado dos confiáveis Jimmy Jam e Terry Lewis para seu 11º álbum de estúdio. Boa jogada: Unbreakable resgata perfeitamente as últimas 3 décadas da carreira de Janet. Há uma música para incendiar a pista de dança (“BURNITUP!”), vocais suaves e até sensuais (“Black Eagle”), para te alegrar quando tudo vai mal (“Gon ‘B Alright”), e o mais puro R&B em lindas baladas dedicadas para sua família e fãs devotados (“Unbreakable”) – todas entregues com sua voz ágil. Claro, o fantasma de Michael ainda ronda – em alguns pontos, Janet soa exatamente como seu falecido irmão – por isso é justo que melhor faixa do álbum, “Broken Hearts Heal”, com seu brilho off-disco e densas camadas de vocais harmoniosos, tembém se destaque como uma das melhores faixas de sua carreira.

SPIN – The 50 Best Albums of 2015

Algo curioso aconteceu nessa pausa de 8 anos entre os últimos álbuns de Janet Jackson: devagar, mas assertivamente, a linha de R&B mais sexy, com vocais sussurados e que lidam positivamente sobre sexo e intimidade voltaram a tona em artistas como Jhené Aiko e Tinashe, que resgatam as batidas melosas e aquele clima de madrugada do janet. (1993). Logo, um retorno dependeria apenas de Janet ser Janet, mantendo sua alma e características próprias. Unbreakable renova tudo isso, já que Janet se reaprugou com seus produtores de sempre, Jimmy Jam e Terry Lewis para despejar batidas fortes, freestyle e neon enquanto sua graciosa voz reflete sobre a vida, amor e perdas. “Broken Hearts Heal” extrai o impossível de Janet: uma carta de amor para Michael que, ao invés de comentar sobre a queda de uma lenda, canaliza toda sua energia em enaltecê-lo.

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The Guardian – Sunny serenity on reflective 11th album

Ausência faz com que os corações do público se afeiçoem. Após o infame acidente de figurino de sua apresentação no SuperBowl de 2004, Janet Jackson viu seus álbuns serem descartados e seu sucesso comercial estagnar – injustamente na maioria das vezes – mas após sete anos longe e uma reunião com seus parceiros Jimmy Jam e Terry Lewis, o 11º álbum de Janet entrega uma visão renovada de sua incrível carreira. Sua ensolarada positividade continuam de onde All For You parou em 2001, ao invés de retomar as experimentações pansexuais que envolveram o trabalho de Janet nos anos 90. O baixo robusto de ‘Dammn Baby’ ecoa na pista de dança – mas, por outro lado, o destaque de Unbreakable são seus momentos mais lentos, cheios de reflexões e nostalgia: na hipnótica ‘Promise’, o sofrimento lânguido de ‘Lessons Learned’ e ‘After You Fall’, uma balada que se apoia totalmente no piano e parece ter sido escrita por seu irmão Michael, onde ela demonstra emoção e grande habilidade vocal. Tudo isso, ao invés de batidas repetitivas e domínio de filtros e efeitos, valeu a espera.

Cosmopolitan – The 15 Best Albums of 2015

O primeiro álbum de Janet Jackson em sete anos é, basicamente, um intensivão de como fazer um retorno sem se prender a tendências ou comprometer sua própria visão. Claro que a reunião com seus produtores Jimmy Jam e Terry Lewis ajudou, além de seu sex appeal e voz inconfundível. Além disso, qualquer pessoa e projeto que tragam Missy Elliott de volta ao centro das atenções, onde ela deveria estar sempre, merece ser canonizado.

Pitchfork – The 50 Best Albums of 2015

Unbreakable marca o retorno de Janet Jackson a sua boa forma mas, como em seus melhores álbuns, também expande horizontes. Jackson e seus parceiros de longa data, Jimmy Jam e Terry Lewis, mesclam seu R&B flexível que absorve uma série de outro ritmos e estéticas, das batidas eletro-futuristas do DJ Mustard à contemporaneidade de Joni Mitchell a uma sua acústica de alma mais turva. É um disco sobre intimidade e relacionamentos — pessoais, políticos e metafísicos. Até a única concessão de Jackson à EDM, dance eletrônico europeu, ‘Shoulda Known Better’, flui no vai-e-vem de um campo magnético enquanto ela canta reflexiva contra o seu reflexo. Ao longo de todo o álbum, o tons graves e o baixo são subtraídos e relocados com a bateria, dando às faixas a leveza instável de uma pena. É uma mistura que espelha a vulnerabilidade e sabedoria da própria voz de Jackson.

+ Other Reviews

JANET.br, AlbumOfTheYear.orgMashable, Pitchfork Best Tracks, Idolator, Slant, Slant Best Singles, Complex, The Atlantic, Boombox, People, Associated Press, Vanity Fair, Yahoo.

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